Liberação de viagens na plataforma Rommus.
A Rommus estrutura a operação, aplica regras e validações e executa as etapas necessárias para a liberação da viagem. Informações, decisões e evidências permanecem vinculadas à operação.
Validação da operação
Conferência de documentos, regras e requisitos aplicáveis.
Cálculos e verificações
Frete, tributos e piso mínimo, calculados a partir dos dados da operação.
Rastreabilidade
Histórico das decisões, documentos e evidências vinculados à viagem.

O que acontece hoje
Liberar uma viagem é coordenar sistemas, não decidir.
Entre a demanda e a saída do veículo, alguém precisa transitar entre portais, conferir dados, repetir informação e observar a ordem de cada etapa. São tarefas previsíveis que consomem tempo da operação.
Como funciona
Da entrada da operação à liberação da viagem.
- 01
A demanda chega
Por e-mail ou upload. Os dados são lidos do XML da nota fiscal, sem redigitação.
- 02
A operação é estruturada
Carga, participantes e documentos relacionados são organizados no contexto da viagem.
- 03
As validações são aplicadas
O que precisa estar correto é verificado antes da execução, conforme as exigências aplicáveis.
- 04
A Rommus executa
CT-e, CIOT, averbação e MDF-e são emitidos na ordem exigida, junto aos órgãos e operadoras responsáveis.
- 05
A viagem é liberada
Documentos, cálculos e evidências ficam organizados no contexto da operação.

Dados ausentes interrompem o fluxo
A plataforma identifica o dado ausente e indica onde resolver, em vez de completar a informação por conta própria.
Dentro da execução
Uma liberação pode envolver.
O que entra no fluxo, e em que ordem, depende da operação e das políticas aplicáveis. Nenhuma destas etapas é vendida separadamente: todas são parte de liberar a viagem.
Validações
Do que precisa estar correto antes de executar
Cálculos
Valores, tributos e pisos aplicáveis à operação
CT-e
Quando a prestação de transporte exige
CIOT
Quando há contratação de transportador autônomo
Averbação
Quando a política de seguro da operação exige
MDF-e
Quando o deslocamento exige manifesto
Integrações
Órgãos e serviços aplicáveis ao fluxo
Evidências
Registro do que foi executado e por quê
Quando o fluxo não decide sozinho
A exceção vai para uma pessoa, com o contexto junto.
Nem toda situação tem política definida. Quando o fluxo encontra ambiguidade, conflito de informação ou uma decisão que exige julgamento, ele encaminha em vez de supor.
- A informação necessária não veio, ou veio conflitante
- A situação não tem política definida pela empresa
- A decisão é comercial e depende de negociação
- O caso exige confirmação de alguém responsável
Rastreabilidade
Cálculo, documento e decisão ficam ligados à operação.
Cada etapa executada deixa registro do que aconteceu e com base em quê. Quando alguém precisa entender uma liberação, semanas depois, numa auditoria ou numa divergência, a informação está no contexto da operação, não espalhada entre sistemas.
Convivência
Não exige trocar o sistema em uso.
A Rommus executa as etapas da liberação. O sistema que a empresa usa para registrar e organizar continua onde está.
Como começar.
A implantação começa pelo atendimento comercial, que configura a transportadora e conecta o e-mail por onde as notas fiscais chegam.